O crescimento da OBESIDADE no Brasil

Cerca de 250 milhões de pessoas em todo o mundo, sofrem com a obesidade e o sobreso e estudos apontam o aumento desses males entre brasileiros, a partir dos 5 anos de idade, me grandes percentuais.  

Para se ter uma ideia, o excesso de peso em homens adultos por aqui, saltou de 18, 5% para 50,1%, ou seja, metade da população masculina brasileira está obesa ou com sobrepeso! Entre as mulheres, o salto foi de 28,7% para 48% e, entre as crianças, um susto, estima-se que 33% delas (um terço da população brasileira infantil) esteja acima do peso, segundo pesquisa realizada pelo IBGE no ano de 2010.  

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) nos últimos anos houve um aumento global do consumo de alimentos calóricos, ricos em gordura, sal, açúcares e pobres em vitaminas, minerais e outros nutrientes associado ao aumento das atividades sedentárias laborais ou de lazer, somados ainda ao mudança nos meios de transporte e crescente urbanização.  

O problema é mais sério do que se imagina e transcende a barreira da estética para a saúde. Por conta dos hábitos alimentares e comportamentais instalados nas gerações pesquisadas e a sua disseminação entre as crianças e descendentes, espera-se um tempo de sobrevida menor para aqueles que se mantiverem debaixo da mesma cultura, com uma visão pessimista de que quatro a cada cinco delas se manterão nesse padrão até o fim de suas vidas.

O excesso de gordura visceral (intra-abdominal) é ainda um fator de risco maior que a obesidade e o peso total em si pois envolve os órgãos do abdome e promove diabetes, pressão e colesterol altos, doenças cardiovasculares e síndromes metabólicas. 

Existe diferença entre sobrepeso e obesidade? Como se caracteriza cada um deles?  

 A obesidade é uma doença crônica caracterizada pelo excesso e desproporção na distribuição da gordura pelo  organismo, em indiivíduos que apresentam o IMC (ìndice de Massa Corporal) acima de 29%. 

Como uma de suas comorbidades, a obesidade está relacionada ao aumento de certos tipos de câncer (mama, intestinos, estômago e próstata). Sua causa é multifatorial, envolvendo questões biológicas, econômicas, sociais, políticas, culturais e o "desequilíbrio entre o consumo de alimentos e o gasto calórico".   

Aparece como efeito do comportamento "alimentar inadequado", sedentarismo, em apenas 1% dos casos em decorrência de doenças endócrinas (hopotireoidismo,  problemas no hipotálamo) e, cerca de 10% como efeito da predisposição genética da pessoa. 

O sobrepeso é uma fase que pode anteceder a obesidade, caracteriza-se pelo IMC entre 25 a 29%, podendo já nele, instalar-se a gordura visceral, extremamente nociva para a saúde, bem como algumas as demais comorbidades identificadas na obesidade. É preciso estar alerta à balança!  

Quais os riscos da manutenção de hábitos inadequados à saúde?  

São muitos! Atualmente, pesquisas comprovam que as doenças co-relacionadas ao estilo de vida inadequado já são a causa de 49% das mortes em todo o mundo, cerca de 35 milhões! Estima-se ainda que até 2030 as doenças crônicas sejam responsáveis por 70% do total de mortes. 

Com a presença das crianças nos grupos de risco, a mudança de hábitos é urgente para a constituição de uma geração de adultos saudáveis e com maior tempo de sobrevida. 

Quais alguns hábitos que já devemos mudar e instituir entre nossos filhos? 

Pequenas mudanças na rotina podem coibir o aumento da gordura visceral, principal risco à saúde relacionado ao sobrepeso e à obesidade. Entre eles estão: 

 

  • Comer porções diárias de vegetais (verduras, legumes e frutas);
  • Beber aproximadamente 8 copos de água diariamente; 
  • Evitar doces e frituras; 
  • Trocar refrigerantes por água ou suco natural frequinho; 
  • Praticar atividade física regularmente, entre outros. 

É preciso ainda lembrar que a Reeducação Alimentar é medida de primeira necessidade, pois as escolhas e trocas saudáveis precisam de embasamento para serem feitas.  

Assim, uma medida preventiva é adotar o acompanhamento nutricional e acatar mudanças e sugestões para a melhora da qualidade de vida e adequação dos hábitos alimentares.  

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